segunda-feira, 8 de março de 2010

Ivo Morais substitui Juan Murré

Ivo Morais joga a pilar direito - nº3.

Foi noticiado durante a semana que Juan Murré se lesionara com alguma gravidade. A notícia confirma-se agora com a não convocatória do jogadores Luso-argentino para o jogo frente à Espanha. O internacional português foi avaliado pelos médicos da selecção e foi-lhe diagnosticado uma lesão na cervical, que o jogador obriga a uma intervenção cirúrgica imediata. 

Deste modo o Murré fica ausente do jogo com Espanha, Roménia e, caso Portugal consiga a qualificação também não actuará frente aos jogos das eliminatórias. Assim, aumentam para três os jogadores lesionados e não convocados para os jogos: Juan Murré, Chrsitian Spachuck e Julien Bardy, sendo que este último poderá estar apto para o jogo contra a Roménia.



Assim e com dois jogadores de primeira-linha muitos importantes de fora, foi chamado Ivo Morais. O jogador luso-francês de 26 anos (nasceu em 1984) é chamado novamente por Potugal depois ter estado entre os convocados para o Europeu de sub-20 em 2004. Actualmente com 113kg e 1,80m, o pilar é titular na equipa francesa do Chateaurenard, clube onde encontra desde 2004. 

De regresso aos trabalhos da selecção estão também Francisco Mira e Rafael Simões, de Agronomia e Belenenses, assim como o 2ª linha David Penalva. Já ponta do Belenenses David Mateus está em dúvida com uma lesão.

I Divisão até à última


Está ao rubro a luta pelos 4 primeiros lugares na I Divisão. CRAV, Lousã, Cascais, Évora e Setúbal estão separados por 10 pontos a duas jornadas do fim.


Se CRAV e Lousã parecem já ter reservado os seus lugares na fase final da subida, Cascais Évora e Setúbal lutam pelo terceiro e quarto lugar. Apenas 5 pontos separam o Cascais (3º lugar) do Setúbal (5º lugar) e nas jornadas que se seguem o Setúbal vai jogar contra o Évora (fora) e Cascais (casa). Já o Dramático encontrará no outro jogo o Cascais Linha em mais um deby entre os dois. O Évora, para além do Setúbal, receberá a UTAD.

Jogos complicados e dos três aquele que parece ter o calendário mais acessível é o clube do interior alentejano. O Évora vai jogar com o último classificado da divisão e recebe o Setúbal. Muito estará em jogo neste desafio.

Em Setúbal mora uma armada Argentina de grande nível. Todos os anos o clube do Sado vira-se para o continente sul-americano e vai buscar jogadores de grande nível, referenciando alguns: Marcus Zavaleta (centro), Augustin Zavaleta (abertura), Andres Odstrcill (médio), EmilianoFlorentin (asa) são apenas alguns dos jogadores de grande qualidade que por esse clube passaram. Este ano o clube de Setúbal começou mal e as coisas ainda podem descarrilar. Com 5 pontos de diferença do Cascais o Vitória vê-se obrigado a ganhar os dois jogos que lhe faltam. só assim poderá ambicionar a fase final e certamente uma subida de Divisão.

O clube de Cascais encontrou os bons resultados neste ano. Conrad Stickling, Phillip Kellerman e ainda muitos outros jogadores como Louis Ackerman (pilar), trouxeram outro dinamismo à equipa da Guia que entrou neste campeonato como o principal candidato ao título. A arma desta equipa acaba por ser o pack avançado. Forte, disciplinado e bastante experiente este grupo de 8 jogadores têm ganho muitos jogos. Mas nem só de experiência é feito o pack. Juvelino Tavares, Francisco Sousa e Sebastião Van Zeller são os mais novos na equipa e foram recentemente chamados para os trabalhos da selecção sub-21.

No alentejo mora uma equipa histórica em Portugal. O CR Évora está este ano num período de altos e baixos. Tanto fazem uma grande exibição, como em Arcos vencendo o clube da terra por 8 a 3, como deitam tudo a perder. A evolução do clube depende de muitos jogadores que por força maior vêm para Lisboa, estudar ou trabalhar. Contudo a formação está a dar fruto e recentemente apareceu um jogador ainda sub-20 a dar que falar naquele clube. O mesmo jogador jogou pelos seniores e já marcou vários ensaios.


Duas jornadas que se seguiram às duras etapas da Taça de Portugal e muito poderá estar em jogo, principalmente numa altura onde o modelo competitivo do próximo ano poderá sofrer alterações. 

Quem acompanhará o CRAV e a Lousã na fase final? 

quarta-feira, 3 de março de 2010

Taça de Portugal: Meias- finais.


Já estão definidas as meias-finais da Taça de Portugal.

Tal como era de prever, os principais emblemas nacionais qualificaram-se problema de maior grau: O CDUL superou o Cascais, a Académica e o Montemor; o Belenenses conseguiu uma confortável vitória nas Olaias e teve uma vitória mais sofrido frente ao CRAV; a equipa de Monsanto venceu um aguerrido Vitória e o Benfica.

Resta a Agronomia, que vai ao Porto realizar o último jogo desta fase da Taça, depois de ter ganho à Lousã de Geere David e Silvestre (ex-jogadores de Agronomia).

Esta, contudo, é a única dúvida do sorteio. Em caso de vitória de Agronomia, a equipa da Tapada qualifica-se automaticamente para a Taça CUP. Contudo se o CDUP vencer o jogo, este poderá ainda chegar à taça principal. Para tal terá que marcar 4 ou mais ensaios, de modo a conseguir o ponto bónus e esperar que a diferença no resultado seja maior que 7 pontos.


Na 2ª Taça (Taça de Prata) vamos ter embates entre clubes da Divisão de Honra e clubes da I Divisão: Académica e Benfica (Divisão de Honra) e Lousã e CRAV (I divisão).

Após uma boa fase de grupos o CRAV volta a receber o Benfica em casa repetindo uma eliminatória do ano passado, da qual saiu vitorioso (24-16) num jogo que ficou para a história não só pelo resultado mas também por todo o ambiente que se gerou à volta do jogo por parte dos adeptos de Arcos.

A Académica espera pelo desenlace do jogo entre Agronomia e CDUP para saber qual o seu adversário. Caso a agronomia vença o jogo haverá lugar para um "derby" entre duas cidades vizinhas - Lousã e Coimbra. A ser, seria o regresso de Francisco Serra e Sérgio Franco (o jogador e o treinador) a um clube que já representaram.


Por último temos os jogos da Taça BOWL. Nesta competição qualificou-se ou clube da Guia (Cascais) e o Técnico da região de Lisboa. O CDUP vem representar o Porto enquanto o Vitória representa os clubes abaixo do Tejo.

Sem lugar para surpresas CDUP e Técnico poderão defrontar-se na 3ª Taça. É certamente um jogo do tudo ou nada onde ambas as equipas quererão lutar por salvar uma época que não correu como pensavam. Um Técnico que perdeu bons jogadores e um CDUP que espera por uma geração de bons jogadores das camadas jovens.

Não se deve esquecer, entretanto, o Cascais (bem reforçado com jogadores estrangeiros e Conrad Stickling) e ainda o Setúbal, com uma armada argentina de grande potencial.


Os jogos das meias-finais serão disputados no fim-de-semana de 13 e 14 de Março e as finais terão lugar no Estádio Nacional no domingo, dia 21 de Março.

terça-feira, 2 de março de 2010

Um olhar aos pontos

Pedro Cabral lidera isolado a tabela dos melhores marcadores com 55 pontos.

Portugal tem duas finais pela frente. Espanha e Roménia são as selecções às quais “os Lobos” terão de vencer para se manterem as pretensões de apuramento para o mundial.

Após uma inicio de competição negro, onde se perdeu nos dois confrontos directos frente à Rússia e à Geórgia, a selecção Portuguesa conseguiu arrancar a maior vitória de sempre em termos pontuais. 69 pontos marcados na Alemanha estabelecem um novo recorde de pontos em jogos da selecção Portuguesa.

Pedro Cabral, Frederico Oliveira, Gonçalo Foro, Joe Gardener, João Correia, Vasco Uva, Francisco Fernandes, Diogo Mateus e Pedro Leal foram os autores de todos os pontos nesse jogo, entrando directamente para a história. Para a história fica principalmente o ponta do CDUL, Frederico Oliveira, que se estreou a marcar pelo XV nacional, logo com 3 ensaios.

Com esta vitória a moral portuguesa aumentou bastante para o encontro frente aos Espanhóis, que ao contrário do que muitos prevêem, não será nada fácil. A selecção do país vizinho encontra-se moralmente em baixo, após a derrota contra a Geórgia, que ditou o afastamento do Mundial, mas um jogo contra Portugal é sempre um bom tónico para aumentar o ego.

Espera-se pontaria afinada de Pedro Cabral e Joe Gardener, sem esquecer Pedro Leal, e ainda destreza e magia no ataque tal como no jogo frente à Alemanha. Coisa que não tem sido o ponto forte nacional.

Em 8 jogos os jogadores nacionais não marcaram mais de 98 pontos em chutos aos postes. Coisa pouca quando temos jogadores como Pedro Cabral, Pedro Leal, Duarte Cardoso Pinto e, mais recentemente, Joe Gardener. Só os primeiros 3 jogadores contam mais de 370 pontos em conversões e penalidades em 10 jornadas do Campeonato Nacional. Se fizermos uma média de pontos por jogo do Campeonato Nacional e da “European Nations Cup” temos:

Rapidamente se percebe que a pontuação dos jogadores na “ENC” não está nem perto daquela que os tem acompanhado ao longo do campeonato Nacional. Isto apesar de Portugal estar em 2º lugar na tabela de mais penalidades convertidas e ensaios transformados.

Por outro lado, a nível de ensaios a coisa parece já correr melhor. Apesar de sermos a 3ª equipa com mais ensaio marcados (23) ainda estamos muito distantes da Geórgia que já conseguiu ir por 39 vezes (!) à área de ensaio da equipa adversária. A Rússia tem apenas mais um ensaio que Portugal e curiosamente é (dos 4 primeiros) aquela que mais ensaio sofreu: 15. Portugal, Roménia e Geórgia apenas sofreram 9.

(números retirados de FIRA-AER.)
Legenda: E.m - ensaios marcados, E.s. - Ensaios sofridos; CEm - Conversão de ensaio marcada, CEs - Conversão de ensaio sofrido; Df - Drop marcado, Dc - Drop sofrido; Pf - Penalidade marcada, Pc - Penalidade sofrida.

É no entanto nas faltas que Portugal mais sofre. Em 8 jogos Portugal já sofreu 51 pontos devido às faltas. Estes 51 pontos representam quase metade dos pontos sofridos por Portugal (114). Não fossem estas faltas e Portugal poderia já estar qualificado para o Mundial.

Percebe-se agora quando Tomaz Morais tanto fala das faltas no meio campo português. É também por aí que Portugal tem que melhorar e se se quer manter o sonho do apuramento vivo terá que se tomar precauções já nos próximos jogos frente à Espanha (13 de Março - Madrid) e Roménia (21 de Março - Lisboa).

segunda-feira, 1 de março de 2010

Treinos de Sevens

Com a campanha de qualificação para o Mundial de 2011 a meio, Tomaz Moraiz decidiu chamar bastantes jogadores jovens para a preparação do torneio de Hong kong do Circuito Mundial de Sevens.

Apesar de muitos já contarem com internacionalizações na variante de VII não passou despercebido a pouca rodagem da maior parte dos jogadores chamados para um torneio deste nível.

Mas a grande novidade vai para a presença de jogadores como Francisco Apletton (ponta - CDUL), Diogo Dória (2ª/3ª linha - Técnico), Henrique Morato (centro - Belenenses), Manuel Santos (Defesa - Direito), João Ventosa (centro/ponta - Benfica) e Rodrigo Verdes (ponta - Setúbal) que apesar de serem jogadores com idade de sub-21 já jogaram pelos seniores dos respectivos clubes (alguns estão mesmo no plantel sénior). Estes jogadores são todos internacionais das camadas jovens e têm vindo a representar Portugal ao mais alto nível. Muitos deles eram internacionais sub-21 quando ainda jogavam pelos sub-18.

Manuel Costa, Veltioven Tavares, Bernardo Silveira e António Vieira de Almeida (todos internacionais em VII) juntam-se a lista de jogadores ainda sub-21, que integram os trabalhos da selecção.

Outros jogadores à espera de uma chamada são Fernando Costa Duarte, Afonso Sousa, Francisco Cabral, Nuno Penha e Costa e José Guerreiro. Neste grupo Francisco Cabral, que vem a realizar boas exibições, faz a estreia. Depois de integrar os trabalhos da Selecção durante os jogos de preparação do Torneio Europeu das Nações (jogou frente aos Expats), o jogador do Belenenses volta a receber uma oportunidade de Tomaz Morais e Pedro Netto.

Dos 12 jogadores convocados para os primeiros dois torneios do Circuito Mundial (Dubai e na África do Sul) apenas Diogo Gama falha a chamada para os treinos.

Nesses torneios as exibições portuguesas foram melhorando de jogo para jogo e ficou a ideia de que com mais jogos nas pernas “os lobos” podiam ir longe. Apesar de se terem ganho apenas 4 jogos, num total de 11 nos dois torneios, a verdade é que se defrontaram as melhores selecções mundiais e os resultados não foram negativos.

Taça de Portugal - 3ª Fase

A Agronomia não arriscou e frente à equipa Serrana fez alinhar os melhores jogadores disponíveis. (fotografia: António Lamas)

Com apenas um jogo por se concretizar da fase de grupos da Taça de Portugal (Agronomia contra CDUP), estão quase definidas as classificações dos grupos.

Apesar de muitos jogadores não poderem actuar nesta competição, por força da sua utilização para os jogos da selecção portuguesa, os resultados não fugiram ao esperado com a excepção de um ou outro que deram lugar a surpresas.

Clubes como a Lousã e o CRAV conseguiram ultrapassar históricos da Divisão de Honra, o Vitória de Setúbal (que vem a investir muitos na secção de rugby) conseguiu jogar de igual para igual frente ao campeão nacional, o Dramático de Cascais mostrou que ainda aguenta 40 minutos frente aos melhores de Portugal e o Montemor (único clube da II Divisão) não se portou mal.

Os principais candidatos a vencer os grupos conseguiram-no de forma regular. Agronomia, CDUL, Belenenses e Direito vão-se defrontar na principal Taça do novo modelo. Com muitos jogadores menos rodados, alguns ainda sub-21, utilizados no XV titular, os 4 grandes conseguiram provar que a sua formação está a dar resultados. Contudo os jogadores, da equipa sénior, menos utilizados no XV titular durante o campeonato precisam de minutos nas pernas para poderem render mais.

Na segunda Taça (Taça BOWL) Académica e Benfica aparecem como principais candidatos. Contudo CRAV e Lousã já deram provas que sabem ganhar aos clubes da Divisão de Honra e vão querer ir o mais longe possível nesta prova. Os dois clubes da I Divisão atingem esta Taça com muito mérito. São os principais candidatos à subida de Divisão nesta época e os jogos frente aos grandes (Belenenses e Agronomia) mostraram que estes clubes podem fazer estragos, nomeadamente a melêe do CRAV.

Para a terceira Taça reservam-se também bons jogos. Técnico e CDUP* são as bandeiras desta Taça, enquanto Cascais e Setúbal tentam subir mais alto. Se o Técnico, o CDUP e Cascais são clubes que detêm um passado de glórias (já conquistaram a Taça de Portugal no passado), o Setúbal pode nesta 3ª fase da competição atingir uma vitória histórica e quem vê o clube do Sado como um outsider pode-se muito bem enganar. Os jogadores Argentinos deste clube são realmente bons atletas que fazem a diferença num jogo.

O Montemor que deu a cara em todos os jogos, marcando inclusivamente 25 pontos contra um clube da Divisão de Honra, acaba por sofrer com a desistência de três clubes da Taça. Nestas condições a aventura do clube alentejano na Taça de Portugal termina.

(*Falta realizar o CDUP x Agronomia a 7 de Março)

Terminada a 2ª fase da Taça de Portugal, forma disputados 14 jogos (falta 1) e só por cinco vezes é que a diferença de 30 pontos foi alcançada ou superada.

Belenenses, CDUL e Direito nunca superaram a marca dos 30 pontos contra clubes de Divisões inferiores:

  • Belenenses – CRAV (28-6)
  • CDUL – Cascais (29-0)
  • Montemor – CDUL (3-29)
  • Direito – Setúbal (38-27)

Foi produtiva esta fase da "nova" Taça da Portugal. Se Agronomia, CDUL, Belenense e Direito estrearam jogadores sub-21 e experimentaram novos jogadores, os outros clubes jogaram quase na máxima força. Académica e Benfica, tiveram jogos bastante equilibrados contra Cascais e Setúbal, enquanto CDUP e Técnica perderam os seus jogos frente aos da divisão inferior. Estes resultados mostram o equilíbrio entre os últimos 4 classificados da Divisão de honra e os primeiros 5 classificados da I Divisão (Setúbal está em 5º lugar da I div.). Em 4 jogos disputados entre estes clubes, as vitórias dividiram-se: 2 para a Divisão de honra (Académica e Benfica) e 2 para a I Divisão (Lousã e CDUP)

  • Cascais – Académica (10-30)
  • CRAV – Técnico (17-13)
  • Lousã – CDUP (13-3)
  • Setúbal – Benfica (3-6)

Se formos relacionar os jogos dos 8 clubes contra os mesmos adversários temos:

O equilíbrio é notório entre os clubes com uma pequena excepção relativamente à Académica, que, de todos, parece ser aquele que mais se aproxima aos 4 grandes.

Sondagens (barra lateral):

  • Após a fase de grupos da Taça, concorda com uma nova edição da Taça igual a estes moldes para o ano de 2010/11?
  • Como qualificaria a diferença entre os 4 últimos da Divisão de Honra e os 5 primeiros da I Divisão?

domingo, 21 de fevereiro de 2010

XV da Década 2000/2010

Já são conhecidos os jogadores mais votados pelos leitores para o XV da década de 2000 a 2010.

Numa iniciativa que levou mais de 1 mês foram colocados, à disposição dos leitores, vários jogadores que representaram a selecção nacional de XV durante os últimos anos nas mais diversas competições.

Naquela que foi certamente a melhor década do rugby português conseguiram-se feitos inéditos:

  • Conquista do Torneio Europeu das Nações em 2003/04;
  • Qualificação para o Mundial de 2007;
  • Jogo contra os Barbarians em 2004 para celebrar os 100 anos de rugby em Portugal (resultado final: 34-66)

Assim, os jogadores eleitos para integrar o XV da Década 2000/2010 foram:

Nº1Joaquim Ferreira

Nº2Paulo Silva

Nº3Rui Cordeiro

Nº4Marcelo D’orey e Nº5Gonçalo Uva

Nº6 Paulo Murinello

Nº7Vasco Uva

Nº8António da Cunha

Nº9Luís Pissarra

Nº10Duarte Cardoso Pinto

Nº11Pedro Carvalho

Nº12Diogo Mateus

Nº13Miguel Portela

Nº14 David Mateus

Nº15Pedro Leal

Banco de suplentes:

Nº16Christian Spachuck

Nº17João Correia

Nº18David Penalva

Nº19João Uva

Nº20Juan Severino

Nº21José Pinto

Nº22Gonçalo Malheiro

Nº23 Rohan Hoffman

Foram muitos os bons jogadores a ficarem de fora. Jogadores como António Aguilar (que é o melhor marcador de ensaios em Portugal) e Frederico Sousa (jogador polivalente capaz de cumprir com rigor cada posição na linha de três-quartos), ou até Diogo Coutinho, Salvador Palha, Henri Berg, Pedro Vieira, Lourenço Andrade, entre outros...

A verdade é que entre os jogadores escolhidos constam os que mais marcaram o Rugby Nacional. Gonçalo Malheiro, Luis Pissarra, António da Cunha e Joquim Ferreira sãos os únicos portugueses com jogos pelos Barbarians, e constam nos 23 (sendo que 3 estão no XV titular). Duarte Cardoso Pintos e Gonçalo Malheiro são os jogadores com mais pontos pela selecção e estão nos 23.

Por outros lado, Pedro Carvalho e Rui Cordeiro que marcaram os ensaios mais importantes e simbólicos do rugby nacional estão entre os XV escolhidos. Pedro Leal, que juntamente com Diogo Mateus e David Mateus, tem sido dos jogadores mais usados por Tomaz Morais desde anos para cá, está merecidamente no XV. Marcelo D'orey e Gonçalo Uva, representam o peso, a altura e a força de uma segunda linha muito equilibrada e diversificada.

Diogo Mateus e Miguel Portela formam aquela que é certamente a melhor dupla de centros de sempre do país... e estão no XV. Paulo Murinello, que personificou a placagem à portuguesa (atacar os joelhos, de cima para baixo) é o rosto da garra e da coragem de uma asa, num Xv representante de uma década.

São grandes jogadores estes escolhidos pelo público e esta é certamente uma grande equipa.